Cresce número de microempreendedores no Brasil.

Com a criação do MEI esse índice realmente melhorou bastante, mas algumas questões devem ser levadas em consideração:

– A taxa de sobrevivência para as microempresas ainda está muito baixa, com aproximadamente 55% de sobrevivência em comparação com o MEI que chega a uma taxa de sobrevivência de 87%;

– Crescer ainda é difícil no Brasil, pois a legislação tributária ainda penaliza as empresas que ampliam seus negócios. O salto tributário de um optante pelo MEI que passar da faixa de renda estipulada para o microempreendedor individual pode chegar a 300%, conforme mostrado em reportagem do jornal Valor Econômico.

Por isso, no momento, as microempresas são as que mais têm dificuldades em se manter no mercado, enquanto que, apesar da boa taxa de sobrevivência os MEI não conseguem migrar para esse patamar.

Em pesquisa realizada pelo SEBRAE de São Paulo, no ano de 2014, constatou-se que a gestão empresarial é um dos principais motivos para o fechamento de empresas antes do ciclo de cinco anos de vida.

Por conta disso, saber gerir a empresa é imprescindível para os donos de novos negócios, assim como para os microempresários que já têm experiência.

Mas se o Brasil é tão empreendedor porque manter um negócio é tão difícil?

De fato, somos um país de empreendedores e, por razões diversas, temos uma alta taxa de abertura de novos negócios anuais. Entretanto, abrir um negócio não é a mesma coisa que manter um negócio.

A diferença entre a quantidade de empresas abertas, chamada de taxa de natalidade, e a quantidade de empresas fechadas, ou taxa de mortalidade, resultará no que chamamos de taxa de sobrevivência das empresas.

O estudo mais recente sobre taxa de sobrevivência de empresas foi realizado pelo SEBRAE nacional e constatou que houve melhora na sobrevivência das empresas nascidas no período de 2008 a 2012.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *